quinta-feira, janeiro 25, 2007
terça-feira, janeiro 23, 2007
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Natal
Música boa tocando, de Mutantes à Modern Jazz Quartet, ventinho batendo no rosto e as pernetas no ar.
Hoje, dia 25, nada para fazer - bem, existe a louça mas isso é outro assunto...rs - apenas escutando Beatles in choro e me preparando para a maratona de filmes para assistir no Lap.
Bom Natal para todos e muita paz!
sábado, dezembro 16, 2006

Arnaldão 3
Debaixo d'agua
Debaixo dágua tudo era mais bonito
mais azul mais colorido
só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua se formando como um feto
sereno confortável amado completo
sem chão sem teto sem contato com o ar
Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Debaixo dágua por encanto sem sorriso e sem pranto
sem lamento e sem saber o quanto
esse momento poderia durar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua ficaria para sempre ficaria contente
longe de toda gente para sempre
no fundo do mar
Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Debaixo dágua protegido salvo fora de perigo
aliviado sem perdão e sem pecado
sem fome sem frio sem medo sem vontade de voltar
Mas tinha que respirar
Debaixo dágua tudo era mais bonito
mais azul mais colorido
só faltava respirar
Mas tinha que respirar
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia
Todo dia, todo dia
Todo dia

Arnaldão 2
Se tudo pode acontecer
se tudo pode acontecer
se pode acontecer qualquer coisa
um deserto florescer
uma nuvem cheia não chover
pode alguém aparecer
e acontecer de ser você
um cometa vir ao chão
um relâmpago na escuridão
e a gente caminhando de
mão dada de qualquer maneira
eu quero que esse momento
dure a vida inteira
e além da vida ainda
de manhã no outro dia
se for eu e você
se assim acontecer
se tudo pode acontecer...
sexta-feira, dezembro 15, 2006
P.148 - Como é que chama o nome disso - Antologia
O meu tempo é só só meu.
O seu tempo é seu e de qualquer pessoa,
até eu.
O seu tempo é o tempo que voa.
O meu tempo só vai onde eu vou.
O seu tempo está fora, regendo.
O meu dentro, sem lua e sem sol.
O seu tempo comanda os eventos.
O seu tempo é o tempo, o meu sou.
O seu tempo é só um para todos,
O meu tempo é mais um entre muitos.
O seu tempo se mede em minutos,
O meu muda e se perde entre outros.
O meu tempo faz parte de mim,
não do que eu sigo.
O meu tempo acabará comigo
no meu fim.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
O globo
Uma chinesa recuperou a consciência após 10 anos em coma, depois de seu marido passar todo esse tempo cantando ao lado da sua cama, informou nesta quinta-feira o jornal “china daily”.
O casal, que se conhecia desde a infância, está casado há 50 anos e vive na cidade de Nanjing, capital da província de Jiangsu, no leste da China.
Chang entrou em coma em 1996, após uma grave doença;Seu marido, Yang, lembrou que quando os dois eram jovens uma das coisas de que ela mais gostava era ouvi-lo cantar.
Com a esperança de despertar a mulher, Yang, que atualmente está com 75 anos, começou a aprender a tocar teclado e compor canções para ela.
Segundo os médicos, Chang abriu os olhos em que Yang acabava de cantar um desses temas, e pronunciou “claramente” o nome do marido.
terça-feira, novembro 28, 2006
Esse emprego parece ser - a olhos distantes - uma oportunidade corriqueira.Mas não é.Em um texto já exibido neste blog, apresentei minhas desilusões, anseios e a direção voltada - agora sim - exclusivamente para a realização profissional.Comentei também que havia encontrado uma pessoa muito simpática e que o projeto mostrado (abertura de livraria) era bastante interessante.Tudo ao contrário.A pessoa se revelou desorganizada, desconfiada e o pior: caloteira.Mas como a Dona Cenoura falou, esse processo valeu como aprendizado.A rasteira existe e é perigosa, mas serve para acordar e seguir em frente com os objetivos.
Portanto, gostaria de agradecer a várias pessoas que participaram desse sofrimento, especialmente neste último percalço...rs
Mas em especial, Lucía.A verdadeira boneca de luxo.Sem ela, não saberia da vaga e da filial no Jardins...rs
Então em janeiro, o blog estará mais solitário...
Hoje a jaca será inteira!
terça-feira, novembro 21, 2006
sexta-feira, novembro 17, 2006
terça-feira, novembro 14, 2006
domingo, novembro 12, 2006
Ontem, numa sala lotada mas completamente compenetrada, presenciei mais uma obra-prima de Pedro Almodóvar.E mais: uma atuação inédita e sensualíssima de Penélope Cruz.Quer mais? as mesmas atrizes almodovarianas - Carmen Maura(Mulheres à beira...), Lola Dueñas(Fale com ela) e Chus Lampreave(A flor de meu segredo) e uma história imaculável.Só descobri hoje que o filme recebeu Palma de Ouro por roteiro e melhor atriz em Cannes.Aliás, fato inédito ocorrido no festival deste ano, já que esta premiação foi entregue à todas as atrizes centrais do filme.
Universo feminino explorado novamente de uma forma tocante, sem exageros.A inspiração em filmes italianos, especialmente na musa Sophia Loren, é notória mas fundamental, principalmente para a personagem Raimunda interpretada pela reveladora Penélope Cruz.O humor é característica intrínseca do diretor espanhol e não seria diferente desta vez.Um exemplo é quando Raimunda está sentada em um vaso sanitário fazendo xixi sente um cheiro de peido e conseqüentemente liga o odor fétido à uma sensação nostálgica: o cheiro de sua então falecida mãe.
Portanto, filme obrigatório.
Sinopse:
O vento sopra forte no cemitério de La Mancha, onde dezenas de mulheres cumprem o ritual de limpeza das tumbas de seus parentes e amados. Uma dessas mulheres é Raimunda, que trabalha como faxineira no aeroporto de Madri para sustentar o marido desempregado e a filha adolescente. Sole, sua irmã mais velha, trabalha em casa, onde instalou um salão de beleza. Ambas visitam rotineiramente o túmulo da mãe Irene, que morreu em um incêndio causado pelo calor e pelos fortes ventos da região. Certo dia, Irene reaparece. Inicialmente, só Sole a vê, mas na verdade é com Raimunda que ela tem assuntos pendentes a acertar.
sábado, novembro 04, 2006
*Pensamento de uma propensa vegetariana com intuito em preservar o que ainda resta de vida animal (inclua os humanos) e vegetal do planeta:
Se é imprescindível cortar uma árvore para se fazer um carvão e matar um boi para comer uma carne suculenta, o costume do churrasco aos domingos e feriados é de uma imbecilidade quase fatal.
quinta-feira, outubro 26, 2006
No início deste mês tive uma epifania logo após me certificar de que não trabalharia no emprego tão almejado na Livraria Cultura.Passei numa prova de conhecimentos culturais bastante interessante aonde apenas doze pessoas foram para dinâmica em grupo.Sou a rainha das dinâmicas.Nem preciso dizer que passei para a fase final com apenas mais dois concorrentes.Me senti num grande Aprendiz (aliás, minha estadia em Sampa se resume em várias edições do programa, sempre não sendo contratada pelo Injustos) e sabia que a minha prova de fogo seria a entrevista final: meu calcanhar de Aquiles.Pois bem, não passei.Recebida a notícia, tive um leve ataque de pânico.Dezoito meses sem conseguir algo estável, gratificante. Rosto lavado, assoado a nareba, estalo tardio vem à mente: a partir de agora irei fazer apenas o que realmente gosto.No dia seguinte tranquei a faculdade de Direito ( terceiro ano), procurei na internet uma faculdade que oferece o curso de Produção Editorial (Anhembi-Morumbi) e currículos apenas para livrarias e editoras.Incrível como o Cosmos começa a responder automaticamente aos nossos intentos.Hoje trabalho em um processo de abertura de uma livraria-café com a proprietária mais simpática que pude descobrir.
segunda-feira, outubro 23, 2006
Campanha interessante, inteligente, essencial.
in english
sexta-feira, outubro 13, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
Masturbação mental própria para o espírito, para o invólucro da alma
Esses quatros magníficos nomes da música não são tão conhecidos, mas incrivelmente reconhecidos por especialistas e amantes do jazz como gênios;
onde cada um, em sua época, devolveu o efeito inebriante aos sedentos por inovação.








